Arrependido, Bolsonaro corrige fala sobre ‘carta branca’ para PM matar

Depois de repercutir com um discurso feito no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, nessa quinta-feira (14), no qual disse que daria “carta branca para a polícia matar”, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) voltou atrás da declaração polêmica. O deputado disse, nesta sexta-feira (15), que a autorização seria apenas para o policial “não morrer”.

Tentando recuar, o deputado diz “Eu não quero dar carta branca pro policial matar, eu quero dar carta branca pro policial não morrer. E, se para não morrer, tem de matar, que faça seu serviço”.

O deputado ainda disse, em entrevista a uma rádio do interior do Amazonas, que não dá para conciliar combate à violência com o respeito aos direitos humanos. Ele afirmou que “não dá para fazer política de combate à violência, de segurança pública, tendo ao lado direitos humanos. Ou achar que todo mundo deve ser tratado igualmente mesmo quando está fazendo a coisa errada.”

Bolsonaro, candidato à Presidência da República, sempre viraliza nas redes sociais por conta dos seus discursos polêmicos. Nessa quinta-feira, o deputado falou por 20 minutos em cima de um trio elétrico no aeroporto de Manaus, onde 500 apoiadores o aguardavam. Além de dizer que daria “carta branca para policial matar”, ele disse que “policial que não atira em quem atira nele não é policial”. (Do JC Online)

Roberta Arraes fala sobre implantação de curso na UPE – Campus Salgueiro

A deputada Roberta Arraes (PSB), fez uso da tribuna na tarde de hoje (25), para falar sobre sua luta em prol da implantação do curso de ciências contábeis, na UPE – Campus de Salgueiro. Pedido esse que ela já encaminhou ao governador Paulo Câmara, à secretária de ciência, tecnologia e inovação, Lúcia Melo, e ao reitor da UPE, Pedro Falcão.

Para a parlamentar, a indicação do curso se deve ao aumento da complexidade econômica, ao crescimento comercial e a especialização de atividades, quando surge necessidade premente de qualificar-se, cada vez mais, profissionais aptos a atenderem carências do mercado, visando também ampliar a interiorização de cursos superiores para atender a população não só do município, como das cidades próximas.

Enquanto representante do povo, sempre ressaltei a importância do conhecimento e sua constante evolução, onde as instituições universitárias são os pilares para a formação de sociedades mais conscientes”, afirmou.

Ainda em seu discurso, Roberta falou que sua luta por essa interiorização não é de hoje, onde ela já trabalhou fortemente junto aos ministérios de educação e saúde, para conseguir a habilitação do município de Araripina para receber uma faculdade de medicina. Na mesma oportunidade foram contempladas as cidades de Salgueiro e Arcoverde. Luta essa da gestão do ex-prefeito de Araripina, Alexandre Arraes, e do ex-prefeito de Salgueiro, Marcones Sá.

Vamos trabalhar agora, ao lado do Governo do Estado, para levar o curso de ciências contábeis para Salgueiro, uma importante cidade do sertão central de Pernambuco, onde encontra-se em constante desenvolvimento, com potencial em vários ramos de atividades, sendo de grande relevância que seja ampliada a oferta de cursos superiores na formação profissional e qualificação dos cidadãos”, finalizou Roberta Arraes. (Da Ascom)

Roberta Arraes fala sobre da campanha Setembro Amarelo

A presidente da Comissão de Saúde e Assistência Social da Alepe, deputada Roberta Arraes (PSB), fez uso da tribuna na tarde desta segunda-feira (04), para falar sobre a campanha Setembro Amarelo, que tem como objetivo alertar a população sobre a prevenção do suicídio.

No Brasil, a mobilização acontece desde 2014, sendo um problema de saúde pública, visando chamar a atenção da sociedade com divulgação de informações pertinentes ao tema.

Em seu discurso, a deputada levou a informação que diariamente cerca de 32 brasileiros tiram a própria vida, e mais de 20 mil pessoas cometem suicídio ao redor do planeta; quase 1 milhão de pessoas se matam por ano, uma a cada 40 segundos.

Segundo Roberta, a sociedade tem uma relutância em falar sobre o assunto, mas permanecer em silêncio pode ser ainda mais grave.

Para combatermos e prevenirmos é preciso um olhar diferenciado, sem julgamento… é preciso escutar o outro, entender a sua dor, demonstrando empatia e atenção verdadeira, além de desenvolvermos estratégias que reduzam a incidência dos casos. Vamos abraças essa causa!”, declarou.

Deputada Roberta Arraes fala sobre a permanência da Hemobrás em Pernambuco

A deputada Roberta Arraes (PSB) fez uso na tarde de quarta-feira (16), da tribuna da Alepe, para falar da permanência da Hemobrás em Pernambuco.

A parlamentar expressou sua felicidade diante da informação da decisão do governo federal, de manter em solo pernambucano o projeto original da fábrica.

“A permanência das operações da Hemobrás em território pernambucano é de grande importância para todos nós, levando em conta os recursos públicos já investidos em goiana e no seu entorno”, afirmou.

No último dia 7 de agosto, foi realizada uma audiência pública pela Comissão de Saúde e Assistência Social, a qual Roberta Arraes é presidente, para discutir a permanência da Hemobrás em Pernambuco, por iniciativa da deputada Priscila Krause.

A partir dali então, houve uma grande mobilização da bancada estadual e federal pernambucana para a fábrica não sair do estado.

“Foi uma conquista conjunta, sem interesses partidários. Agora vamos continuar nosso trabalho para a conclusão das obras e seu funcionamento”, finalizou. (Da assessoria)

Presidenta do SINDSEP fala sobre aprovação do requerimento que convoca representante do FUNPREO

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A presidenta do Sindicato dos Servidores Públicos de Ouricuri, Expedita Ribeiro, professora Didi, parabenizou os vereadores pela aprovação e também disse que as informações sobre o FUNPREO terão que vim para o conhecimento do povo de Ouricuri.

Questionada se a professora acredita que com a aprovação desse requerimento fará com que a prefeitura ou o FUNPREO, mandem algum representante, ela afirmou: “Esperamos que sim, a população conta com isso. O gestor não governa pra ele, governa para o povo, então são devidas essas informações à população”, disse.

Para finalizar, Expedida esclareceu que existe a lei da transparência, onde os gestores devem prestar esclarecimentos à população do que está sendo feito com o dinheiro público: “esperamos que essas respostas venham, se não, vamos continuar cobrando, já foi feito a denúncia na promotoria pública, de uma forma ou de outra, essas informações terão que vir”, desabafou.