Lojas Americanas abre vagas para Programa de Estágio em todo Brasil

A Lojas Americanas abre inscrições para o processo seletivo de seu Programa de Estágio em loja. Podem se candidatar estudantes de todo o país dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Economia, Engenharias, Marketing e Publicidade e Propaganda com previsão de formatura até dezembro de 2018.

O processo seletivo busca estagiários em todo o Brasil e é predominantemente online. As etapas de inscrição, triagem curricular, fit cultural (alinhamento com perfil da companhia), jogo de seleção e vídeo entrevista serão realizadas pela internet. Para completar o processo, haverá também entrevistas com a área de Gente & Gestão e com os gestores.

Durante o período de estágio, os estudantes passarão por um intenso Programa de Treinamento em loja com objetivo de desenvolver habilidades de gestão e interação com as rotinas do varejo. Ao final do Programa, serão avaliados e terão a oportunidade de assumir um grande desafio – liderar uma unidade de negócio da Companhia como gerentes comerciais trainee.

Para encarar esse desafio, a empresa busca estudantes que tenham atitude de dono do negócio, paixão por desafios, ambição, foco em resultados, dinamismo, disponibilidade para estagiar por 30 horas semanais e identificação com o mercado varejista.

Os selecionados receberão salário e benefícios compatíveis com o mercado. As inscrições podem ser feitas até o dia 01 de dezembro, no endereço estagio.lasa.com.br.

Sobre a Lojas Americanas

A Lojas Americanas foi fundada em 1929 e está presente em todos os estados do país, com mais de 1.150 lojas. A rede de lojas físicas comercializa mais de 60 mil itens de 2 mil fornecedores ativos, garantindo a seus clientes preços competitivos e oferecendo produtos de qualidade reunidos em cerca de 40 departamentos como bomboniere, perfumaria, utilidades domésticas, brinquedos, games, celulares, eletrodomésticos, eletrônicos, CD’s e DVD’s, livros, vestuário e papelaria. A Lojas Americanas conta ainda com quatro Centros de Distribuição localizados em São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, Recife/PE e Uberlândia/MG. (Da ascom)

Pernambuco foi quem mais gerou empregos formais em setembro no Brasil

O Brasil fechou o mês de setembro com nova alta no saldo de empregos formais – a sexta consecutiva e a sétima no ano. O crescimento foi de 34.392 postos de trabalho, aumento de 0,1% em relação ao estoque do mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Ministério do Trabalho. Pernambuco foi o grande destaque do levantamento, pois foi o Estado que apresentou o melhor resultado, abrindo 13.992 novos empregos formais.

Os números de Pernambuco foram motivados principalmente pela expansão da Indústria de Transformação (+10.073 postos), Agropecuária (+3.728 postos), Comércio (+824 postos) e Construção Civil (+201 postos). Essas novas vagas de trabalho nas empresas pernambucanas representam 40,6% do total nacional.

“Esses números do Caged mostram aquilo que a gente vem dizendo sempre: Pernambuco está fazendo o seu dever de casa, no momento em que a economia começar a se recuperar, seremos os primeiros a retomar o crescimento, especialmente a geração de empregos”, avaliou o governador Paulo Câmara.

Além de Pernambuco, também se destacaram os estados de Santa Catarina (+8.011 empregos), Alagoas (+7.411), Pará (+3.283), Paraná (+2.801), Bahia (+2.297), e Ceará (+2.161). Por outro lado, o Rio de Janeiro (-4.769 empregos), Minas Gerais (-4.291) e Goiás (-3.493) tiveram as maiores reduções no estoque de empregos em setembro.

O saldo de setembro foi impulsionado pela alta em três regiões, com destaque para a Região Nordeste, que fechou o mês com abertura de +29.644 postos. As regiões Sul (+10.534 postos) e Norte (+5.349 postos) também tiveram números positivos. Já nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste houve redução, respectivamente, de -8.987 postos e -2.148 empregos.

Quem estiver procurando emprego, pode se dirigir a uma das 29 unidades de atendimento da Agência do Trabalho mantidas em todo o Estado pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação do Governo de Pernambuco. A Agência do Trabalho segue as diretrizes do Sistema Nacional de Emprego – SINE, de forma integrada em todas as unidades, mediante aprovação de suas ações pela Comissão Estadual de Emprego (CEE-PE). Além disso, diariamente são divulgadas vagas de emprego no site www.sempetq.pe.gov.br

A Agência oferece à população serviços que proporcionam sua inserção ou reinserção no mercado de trabalho, contemplando desde a emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, ao encaminhamento a vagas de emprego e à habilitação ao Seguro Desemprego.

Bolsonaro defende comércio de pistola .50 no Brasil

Três dias após defender a liberação do porte de arma para toda a população, em Belém, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) postou um vídeo em rede social no qual torce para que uma pistola modelo .50AE seja comercializada no Brasil.

“Para nós evitarmos o policial civil, militar, um PRF, ao abater um inimigo, que estava atirando nele, e ser condenado por excesso, por ter dado mais de dois tiros, quem sabe no futuro a gente possa botar essa arma para ser usada no Brasil? Dei um tiro só. Um saco de cimento no peito do bandido”, afirma o parlamentar, em um cabine de tiros, nos Estados Unidos.

Pré-candidato à Presidência da República, o parlamentar esteve no Pará por ocasião das celebrações do Círio de Nazaré. “Vamos flexibilizar muito o porte de arma no Brasil. Comigo não vai existir o politicamente correto. Vocês terão armas de fogo”, disse ele no Norte, na quinta-feira passada, 5.

Em seu discurso, Bolsonaro voltou a exaltar as Forças Armadas e disse que os militares, em um eventual governo seu “voltarão ao poder pelo voto”.

Ele ainda pediu uma “salva de palmas” ao general Antonio Mourão, que recentemente causou polêmica ao defender em público a intervenção militar. (Diario de Pernambuco)

Fernando Bezerra diz que Temer está colocando o Brasil “nos trilhos”

Apesar de o presidente Michel Temer ter aparecido na última pesquisa do MDA/CNT com menos 4% de avaliação positiva, o senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE) não tem nenhum receio de defendê-lo.

Em discurso, ontem, no Senado ele disse que o presidente da República “está recolocando o Brasil na trajetória do crescimento”, com índices de inflação e juros decrescentes, aumento da produção de grãos, leilões de petróleo e gás, e concessões de portos, aeroportos e rodovias.

“Com essa travessia que estamos fazendo, apesar de todas as dificuldades – crise econômica, política, ética – apesar disso tudo e com o esforço do Congresso Nacional, aprovando uma agenda correta e necessária para o momento em que o país vive, o Brasil começa a respirar, a se animar, a resgatar a sua confiança”, disse o senador pernambucano.

Segundo ele, “o país começa a investir para que possamos ter a volta do emprego, que é tão reclamada por todos os brasileiros, de norte a sul e de leste a oeste”.

Fernando Bezerra trava uma “guerra” em Pernambuco com o deputado Jarbas Vasconcelos pelo controle do PMDB. Jarbas, que era aliado do presidente Michel Temer, votou a favor de que o presidente fosse investigado por corrupção passiva e por isso caiu em desgraça perante o Palácio do Planalto.

Com isso, o senador passou a ser aliado do governo em Pernambuco ao lado dos ministros Mendonça Filho (DEM), Bruno Araújo (PSDB), Fernando Filho (PSB) e Raul Jungmann (PPS). Isso o deixa muito à vontade para propagar os avanços obtidos pelo governo até agora no Congresso Nacional.

“Aprovamos o teto para os gastos públicos, a flexibilização das leis do trabalho e a nova Taxa de Juros de Longo Prazo”, disse ele, acrescentando que é preciso “ter diretriz política e agenda política corretas para podermos avançar e colher os frutos que o Brasil já começa a perceber”.

E concluiu: “Isso é bom porque nas eleições gerais do ano que vem nós vamos ter uma eleição menos radicalizada, uma eleição mais aberta ao debate sobre quais os caminhos que o Brasil quer percorrer, sobre que país nós queremos construir, sobre qual o papel da iniciativa privada. Esse vai ser um grande debate”. (Por Inaldo Sampaio)

Jovens de 15 a 29 anos de baixa renda podem viajar de graça pelo Brasil

Jovens de 15 a 29 anos, com renda de até dois salários-mínimos, já podem se cadastrar no aplicativo ID Jovem e  viajar gratuitamente de um estado a outro do Brasil. Por meio do cadastro, eles ainda podem assistir a shows, espetáculos e eventos esportivos pagando meia entrada.

Além do aplicativo, também é possível fazer o cadastro por meio do site. O Número de Identificação Social (NIS), contendo 11 dígitos, é a “chave” para acessar o site e o aplicativo e emiti-la.

Para usar a identidade não é preciso imprimi-la. Basta apresentar a imagem do cartão na tela do celular no momento da aquisição do bilhete ou ingresso, acompanhada de documentação oficial com foto.

O funcionamento da meia-entrada artística-cultural e esportiva é semelhante ao já conhecido da Carteira de Identificação Estudantil. Para usar o benefício, basta apresentar a ID Jovem no momento da aquisição do ingresso e na portaria ou na entrada do local de realização do evento, acompanhada sempre de documento oficial com foto.

Essa possibilidade vai permitir que jovens de baixa renda que não estudam também paguem meia entrada em diversos eventos. As recusas em aceitar a ID Jovem no pagamento da meia-entrada devem ser encaminhadas ao Procon.

Viagens

A reserva de vagas em ônibus interestaduais deverá se feita, no mínimo, três horas antes da viagem.

O beneficiário deve apresentar a ID Jovem e a carteira de identidade no momento em que solicitar o bilhete. Serão reservadas duas vagas gratuitas em cada veículo, comboio ferroviário ou embarcação do serviço convencional de transporte interestadual de passageiros; e duas vagas com desconto de 50% (cinquenta por cento), no mínimo, no valor das passagens, a serem utilizadas depois de esgotadas as vagas gratuitas.

Caso a empresa se recuse a fornecê-lo, as denúncias devem ser feitas pelo telefone 166 da ANTT. (Da Agência Brasil)

Lula lidera intenções de voto para 2018 em todos os cenários, aponta pesquisa Vox Populi

Pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas Vox Populi, encomendada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e divulgada nesta sexta-feira (4), mostra que a popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de 2018 se manteve estável, mesmo após a condenação do petista pelo juiz federal Sergio Moro.

Na sondagem, Lula lidera as intenções de voto para a presidência da República no segundo turno em quatro cenários pesquisados: contra Jair Bolsonaro (PEN-RJ) ou João Doria (PSDB-SP), Lula alcança 53% das intenções de voto; se os candidatos forem Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ou Marina Silva (Rede-AC), Lula bate ambos com 52% dos votos.

Nesses cenários imaginados pela pesquisa, Bolsonaro teria 17% dos votos. Já Alckmin, Doria e Marina alcançariam, no máximo, 15% do total de votos, cada um.

O Vox Populi destaca uma variação de 40% em junho para 42% agora de entrevistados que afirmam que votariam no petista. Para Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, vários dados pesquisa podem explicar porque Moro não acabou com as intenções de voto positivas no ex-presidente.

“Um deles, muito importante, é que, para 42% dos entrevistados, Moro não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá. Para 32%, Moro provou e, outros, 27% não souberam ou não quiseram responder”, afirma Coimbra.

Bolsonaro é o segundo colocado quando nomes não são apresentados

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto.

Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Aécio Neves (PSDB-MG) zerou novamente, como havia zerado em junho, após as denúncias de corrupção feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

No cenário em que a intenção de voto foi estimulada com Alckmin, o tucano atinge 6% das intenções de voto e Lula, 47%. Bolsonaro tem 13%, Marina, 7%, e Ciro, 3%.

Na estimulada com Doria, Lula tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro manteve os 13%, Marina subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes, com 4%.

“O pessimismo dos brasileiros com o momento econômico e político atual e o descrédito no governo Temer, aliados as lembranças de um passado recente de que a vida era melhor nos governos do PT, ajudam a explicar porque as intenções de voto no presidente Lula são as que mais crescem em todos os cenários da pesquisa”, analisa Coimbra.

Lula é apontado como melhor presidente do Brasil por 55%

Segundo ele, outros dados da pesquisa CUT-Vox, ajudam a entender essa tese. Um deles é o aumento de 49% para 55%, entre junho e julho deste ano, do percentual de entrevistados que apontam Lula como o melhor presidente que o Brasil já teve – o outro nome lembrado é o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), com 15%.

Além disso, 58% dos brasileiros consideram Lula um bom administrador, 65% dizem que ele é trabalhador e 61% afirmam que a vida melhorou nos 12 anos de governos do PT.

Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, ressalta que o pessimismo dos brasileiros com o governo Temer vem aumentando rapidamente mês a mês por causa do desemprego recorde – mais de 13,5 milhões de trabalhadores estão desempregados – e das medidas de arrocho salarial, previdenciário e social.

Para Vagner, isso explica dados da pesquisa como os de que, com Temer, a vida piorou para 61% dos entrevistados – em junho o percentual era de 52%.

Aumentou também o pessimismo e a descrença quanto a capacidade de Temer de controlar a inflação – em junho, 62% achavam que a inflação ia aumentar. Em julho, esse percentual pulou para 75%. Cresceu também o percentual dos que acham que vai aumentar o desemprego no Brasil – de 68% em junho para 72% em julho.

A pesquisa CUT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%. (Jornal do Brasil)

Governo propõe novas mudanças para o Regime Geral de Previdência Social na reforma da Previdência

Nesta quarta-feira (19), o governo federal apresentou mudanças na proposta de texto da reforma da Previdência, que beneficiam diretamente os trabalhadores brasileiros. Agora, o texto estabelece a aposentadoria aos 65 anos de idade para os homens e 62 anos para as mulheres, ambos após 25 anos de contribuição. 

As alterações propostas priorizam a sustentabilidade da Previdência Social no País, a permanência dos pagamentos de benefícios para aqueles que já se aposentaram, além de contribuir com a recuperação da economia do País.

A reforma da Previdência, que pode ser oficializada com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 287 (PEC-287), vai influenciar o equilíbrio das contas públicas brasileiras, promovendo mais desenvolvimento e igualdade para todas as classes sociais.

Seguem os principais pontos propostos em relação ao Regime Geral de Previdência Social:

• Idade mínima para aposentadoria aos 65 anos de idade, para os homens, e 62 anos, para as mulheres;

• 25 anos de tempo de contribuição;

• Valor do benefício:

  • 70% da média + 1,5% para cada ano que superar 25 anos e tempo de contribuição; + 2,0% para o que superar 30 anos; e + 2,5% para o que superar 25 anos até 100%¨;
  • 100% dos salários desde 1994 serão computados para a média;

• Lei estabelecerá a forma como se dará o aumento da idade em razão do aumento da expectativa de sobrevida. (Do site Grande Rio FM)

‘Não dá para continuar se aposentando com 55 anos’, diz senador FBC

Um dia após o governador Paulo Câmara (PSB) se reunir com o presidente Michel Temer (PMDB) para conversar sobre a Reforma da Previdência, o tema voltou a ser assunto no Estado. Ao lado do chefe do executivo estadual, em Garanhuns, no Agreste, para um evento da gestão socialista, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB), defendeu a reforma.

“As reformas têm que ser aprovadas. Temos compromissos com os trabalhadores rurais. A reforma tem que vir para sustar os privilégios dos políticos, dos juízes, dos promotores e daqueles que ganham muito e não em detrimento dos que ganham pouco, mas não dá para um país como esse continuar se aposentando com 50 ou 55 anos. É preciso ter coragem para que a gente possa dizer que as reformas são necessárias para que volte a ter dinheiro para que a gente possa combater a violência e continuar dando a melhor educação para nossos filhos“, afirmou Fernando Bezerra Coelho.

O governador falou sobre a reforma após o evento em Garanhuns e enfatizou que a conversa que teve com Temer, em Brasília, não pode ser a única sobre o assunto.

Espero ter condições de mais diálogo para mostrar nossas opiniões. Esperamos que ela (a discussão sobre a reforma) ocorra de maneira mais equilibrada, com mais transparência e ouvindo mais as pessoas”, disse.

Paulo Câmara reiterou que espera a versão de uma nova proposta do governo para se posicionar.

“O presidente me disse que o relator da matéria (Arthur Maia, do PPS-BA) está ouvindo as bancadas e que quer ouvir os governadores. Que a gente tenha condições de saber exatamente o que vai ser votado. Espero que a proposta apresentada após esse processo de escuta seja uma proposta que a gente tenha condições de saber exatamente onde o governo cedeu. Vamos ver os pontos positivos que a gente pode defender e ver como vai vir esse texto e a partir dele vou conversar com as bancadas (federal e estadual)”, declarou.

TRABALHADORES RURAIS

Assim como Fernando Bezerra Coelho, Paulo defendeu que o governo federal faça a Reforma da Previdência. O governador e o senador, no entanto, enfatizaram que as mudanças não podem penalizar os trabalhadores rurais e outros profissionais.

“Me custa acreditar que tem alguém que ainda diga que não há necessidade das reformas que o Brasil precisa fazer”, reforçou o senador. (JC Online)

Quase 2,5 milhões de alunos fora da escola no Brasil

Brasil possui 2.486.245 crianças e adolescentes de 4 e 17 anos fora da escola, segundo levantamento feito pelo Todos Pela Educação com base nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). O montante representa cerca de 6% do universo total de alunos.

Para Priscila Cruz, presidente executiva do Todos Pela Educação, o número é preocupante, pois afeta principalmente as crianças mais “vulneráveis”. “Essas crianças que estão fora da escola são exatamente as que mais precisam porque em geral são as deficientes, as mais pobres, e que moram em lugar mais ermos.”

A taxa de atendimento de crianças e jovens na escola aumentou 4,7 pontos percentuais desde 2005, atingindo 94,2% em 2015. O índice, no entanto, ainda é insuficiente para alcançar a Meta 1 do Todos Pela Educação para esse ano, que era de 96,3%, e a universalização determinada constitucionalmente para ser atingida até 2016.

Do número total de alunos fora da escola, 1.543.713 são de jovens de 15 a 17 anos, que deveriam estar matriculados no ensino médio. Esta foi a modalidade que apresentou o crescimento mais tímido de inclusão na última década: de 78,8% para apenas 82,6% de 2005 a 2015.

Além disso, embora o percentual dos que não estudam nem trabalham tenha diminuído entre 2005 e 2015 (de 11,1% para 10,7%), em números absolutos o valor ainda é alto: 974.224, em 2015, frente a 1.126.190, 2005.

“O jovem sai da escola achando que vai voltar um dia, só que não volta. Por isso que, para ele, sair da escola não tem um peso tão grande, mas precisamos evitar que ele saia”, afirma Priscila Cruz.

Para ela, as razões para a evasão do ensino médio são múltiplas, e parte delas, podem ser resolvidas se a reforma do ensino médio for bem implementada. “Trabalho, gravidez precoce, violência e tráfico de drogas, diferentes situações da família. Também tem a questão da repetência múltipla, por isso que a política de progressão continuada é tão importante, é preciso garantir que o aluno aprenda para não repetir de ano”, explica Priscila.

“A reforma do ensino médio pode ajudar, mas depende da implementação para se tornar mais interessante”, diz. Priscila cita, como exemplo, se o aluno terá à disposição na sua escola o itinerário que gostaria de estudar, com bons professores, para que, de fato, se torne atrativa.

Distorção idade X série

O levantamento também aponta que a taxa de conclusão do ensino fundamental até os 16 anos foi de 76% em 2015, apenas 17,1 pontos percentuais acima do verificado em 2005. Já a taxa de conclusão do ensino médio até os 19 anos, ficou em somente 58,5% – apesar de ser 17,1 pontos percentuais (p.p.) superior à de 2005, ela não tem avançado nos últimos anos.

Nesse mesmo período, a taxa de jovens que não estudam nem trabalham aumentou entre aqueles que não concluíram o ensino fundamental até faixa dos 16 anos (de 19% para 22,2%) e também entre os que não concluíram o ensino médio até 19 anos (24,5% para 35,5%).

Educação infantil

A pesquisa mostra que o maior crescimento na taxa de atendimento escolar nos últimos dez anos foi entre as crianças de 4 a 5 anos, de 72,5% para 90,5% no período. Já a taxa de atendimento de 6 a 14 anos ficou em 98,5% em 2015, crescimento de apenas 1,8 ponto percentual desde 2005 – embora seja tida como universalizada no Brasil, ainda há 430 mil crianças e jovens dessa faixa etária fora da escola. (Do G1 Educação)

Temer diz que vai liberar R$ 12 bilhões para safra agrícola

O presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (16),  que anunciará até a próxima semana a liberação de R$ 12 bilhões para o pré-custeio da safra agrícola 2017/2018.

Esse financiamento tem como objetivo ajudar produtores rurais a adquirir insumos para as plantações do início do ano, antes mesmo da próxima safra. Entre os produtos mais adquiridos com a verba estão: sementes, fertilizantes, pesticidas e máquinas agrícolas.

“Vamos injetar na agricultura R$ 12 bilhões. O plano pré-safra vai ser anunciado nesta semana ou na semana que vem”, afirmou o presidente. (imagem ilustrativa)