Veja as votações de Haddad, Bolsonaro e Ciro para o município de Ouricuri

Foto: reprodução

Fernando Haddad (PT), Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) foram os três candidatos à presidente com maior número de votos nessas eleições de 2018. No cenário geral, Bolsonaro obteve 46%, o equivalente a 49.275.358 votos válidos. Haddad, o segundo colocado 29%, o equivalente a 31.341.839 votos válidos. O terceiro colocado, Ciro, somou 13.344.074 votos válidos, um percentual de 12%.

Na cidade de Ouricuri, no Sertão Pernambucano, o petista foi majoritário com 23.812 votos (76,14%). Na segunda colocação tivemos Ciro Gomes com 3.555 votos (11,37%). Jair Bolsonaro somou 3.041 votos (9,27%).

Foto: reprodução / G1

Da redação do Blog do Cariri Filho

Datafolha: Lula tem 31%, Bolsonaro, 15%, e Marina 10% das intenções de voto

A prisão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfraqueceu sua candidatura à Presidência da República, é o que constata a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada no início da madrugada deste domingo. Em janeiro, a mostra indicava que Lula tinha 37% da preferência dos pesquisados, na pesquisa divulgada hoje, que inclui o período de sua detenção na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, o petista registra 31% das intenções de votos no cenário mais favorável entre nove pesquisados.

Apesar da queda na pesquisa, Lula continua liderando a corrida ao Palácio do Planalto. O Datafolha traçou 9 cenários na corrida presidencial. Lula aparece em três deles e oscila entre 30% e 31%, na liderança, à frente do deputado Jair Bolsonaro (PSL), que varia entre 15% e 16%, e Marina Silva (Rede), com 10%.

No cenário com Lula, Joaquim Barbosa (PSB) aparece com 8%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 6%, Ciro Gomes (PDT) com 5%, Alvaro Dias (Podemos) com 3%, Manuela D’Ávila (PCdoB) com 3%, Fernando Collor de Mello (PTC) com 1%, Rodrigo Maia (DEM) com 1%, Henrique Meirelles (MDB) com 1%, Flavio Rocha (PRB) com 1% e outros, como Paulo Rabello de Castro (PSC) não pontuaram. Brancos e nulos somam 13% e não sabem 3%.

Nos outros seis cenários, sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro e Marina Silva aparecerem tecnicamente empatados. O deputado federal lidera com 17% e a ex-ministra oscila entre 15% e 16%.

Em todos os cenários sem o ex-presidente Lula, Ciro Gomes (PDT) alcança 9% das intenções de voto, empatado tecnicamente com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que varia de 7% a 8%, e o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (PSB), que oscila entre 9% e 10%.

Já o presidente Michel Temer (MDB), que revelou o desejo de concorrer à reeleição, aparece na mostra com apenas 2% das intenções de voto e o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que deixou o PSD e migrou para o MDB, não passa de 1% das intenções de voto.

Na ausência de Lula como candidato do PT, o ex-prefeito Fernando Haddad registra 2% das intenções de voto e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner tem 1%. Outros candidatos de esquerda que poderiam substituir Lula também registram desempenho pífio na atual pesquisa. Manuela D’Ávila (PCdoB) atinge 2% e Guilherme Boulos (PSOL) chega a apenas 1%. Saiba mais: Datafolha: 2/3 dos eleitores de Lula diz que votará em quem ele apoiar 

A nova pesquisa Datafolha, que foi feita entre quarta, 11, e sexta-feira, 13, teve como base 4.194 entrevistas em 227 municípios. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob número BR-08510/2018.

Bolsonaro foi maquiado de baton e brincos em São Paulo

Um outdoor instalado na sexta-feira (22) com a imagem de Jair Bolsonaro (PSC-RJ) amanheceu neste domingo (24) pichado, com o rosto do deputado maquiado de azul e rosa, brincos e boca com batom vermelho. Além de uma parte rasgada, abaixo da principal frase da propaganda – ‘É melhor JAIR se acostumando’ – picharam “Filho da ditadura”.

A propaganda foi financiada por meio de vaquinha por um grupo de Facebook e Whatsapp do município de São Carlos-SP, com aproximadamente 1,8 mil pessoas que apoiam a candidatura do deputado.

De acordo com o jornal Folha de São Carlos, os participantes contribuíram com quantias que equivaliam de R$ 10 a R$ 100 reais para financiar a peça publicitária que custou R$ 600 reais.

Os ativistas disseram que mobilizam para instalar mais outdoores, fazer carreatas e levar Bolsonaro em 2018 a São Carlos e Araraquara.  (BR 247)

Arrependido, Bolsonaro corrige fala sobre ‘carta branca’ para PM matar

Depois de repercutir com um discurso feito no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, nessa quinta-feira (14), no qual disse que daria “carta branca para a polícia matar”, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) voltou atrás da declaração polêmica. O deputado disse, nesta sexta-feira (15), que a autorização seria apenas para o policial “não morrer”.

Tentando recuar, o deputado diz “Eu não quero dar carta branca pro policial matar, eu quero dar carta branca pro policial não morrer. E, se para não morrer, tem de matar, que faça seu serviço”.

O deputado ainda disse, em entrevista a uma rádio do interior do Amazonas, que não dá para conciliar combate à violência com o respeito aos direitos humanos. Ele afirmou que “não dá para fazer política de combate à violência, de segurança pública, tendo ao lado direitos humanos. Ou achar que todo mundo deve ser tratado igualmente mesmo quando está fazendo a coisa errada.”

Bolsonaro, candidato à Presidência da República, sempre viraliza nas redes sociais por conta dos seus discursos polêmicos. Nessa quinta-feira, o deputado falou por 20 minutos em cima de um trio elétrico no aeroporto de Manaus, onde 500 apoiadores o aguardavam. Além de dizer que daria “carta branca para policial matar”, ele disse que “policial que não atira em quem atira nele não é policial”. (Do JC Online)

Bolsonaro afirma que dará “carta branca” para militares matarem em serviço

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou na manhã desta quinta-feira (14) a um grupo de pessoas que o acompanharam em uma carreata após sua chegada no aeroporto de Manaus que dará carta branca para Policiais Militares (PMs) matarem em serviço. Ele estava na cidade para receber uma homenagem de alunos de escolas públicas e dar uma palestra sobre as potencialidades da Amazônia.

Durante o discurso, o pré-candidato à Presidência disse que irá lutar pelo excludente de ilicitude para militares no trabalho. Segundo a proposta, o policial irá responder por eventuais danos provocados por uso de armas de fogo, mas não será punido. Vamos ouvir.

Nós vamos brigar pelo excludente de ilicitude. O policial militar em ação responde, mas não tem punição. Se alguém disser que quero dar carta branca para policial militar matar, eu respondo: quero sim. O policial que não atira em ninguém e atiram nele não é policial. Temos a obrigação de dar retaguarda jurídica a esses bravos homens que defendem nossa vida e patrimônio em todo Brasil”, declarou Bolsonaro.

O excludente de ilicitude está previsto no artigo 22 do Código Penal, e é uma forma legal de tirar de um processo judicial o caráter criminoso de determinada conduta. Um exemplo disto é quando uma pessoa é absolvida de um crime de homicídio com a argumentação de que matou em legítima defesa. (Brasil 247)

Outdoor de Bolsonaro será inaugurado em Ouricuri neste domingo (26)

O Grupo no Whatasapp chamado “#Os Bolsomitos Ouricuri” convida os admiradores do deputado Jair Bolsonaro para uma grande concentração na Praça Frei Damião em Ouricuri, a partir das 9 Horas da manhã de domingo (26), para segui em carreata rumo até o Outdoor na entrada da cidade, próximo a Policia Rodoviária Federal.

No local será inaugurado o primeiro outdoor de Bolsonaro em Ouricuri. Exu, Serra Talhada e Petrolina já fizeram manifestação em prol de Bolsonaro, agora chegou à vez de Ouricuri.

Partido acusa Bolsonaro de roubar nome de sigla para 2018

O deputado federal Jair Bolsonaro ainda é filiado ao Partido Social Cristão (PSC), mas pretende sair da atual sigla, onde está há menos de dois anos, para disputar a Presidência da República em 2018 pelo Partido Ecológico Nacional (PEN), que está em processo de mudança de nome para “Patriota”. Mas os planos de Bolsonaro de disputar a eleição em um partido com esse nome podem ser frustrados por um processo por uso indevido de marca.

O nome “Patriotas”, no plural, já é usado por um partido em formação desde 2015 e o presidente da sigla, Coronel Castro, acusa o presidente do PEN, Adilson Barroso, e o próprio Bolsonaro de “roubo de nome, estelionato e uso indevido de marca”. O Patriotas participa de um processo de impugnação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o PEN/Patriota.

Coronel Castro já havia desistido de participar das eleições de 2018, porque sua agremiação política ainda não conseguiu o número de assinaturas necessárias para fazer o registro do partido. Ele contou que foi surpreendido em julho deste ano com um telefonema de um seguidor que perguntou se o Patriotas havia fechado com Bolsonaro.

“Nós nos sentimos ultrajados. Foi uma falta de ética. O nome no singular só serve para ludibriar o eleitor. Não éramos um partido clandestino. Nosso CNPJ está registrado em Brasília e no site do TSE. Fiquei até doente. Vi todo nosso trabalho indo embora – e vários apoiadores ficando confusos”, contou Castro, segundo noticiado pelo jornal o Estado de São Paulo.

As semelhanças entre o Patriotas e o Patriota de Bolsonaro não ficam apenas no nome. O uso que o PEN faz da sigla também tem a abreviatura “PATRI”. Nas redes sociais do Patriotas, isso vem gerando confusão em seguidores de Bolsonaro que chegam nas caixas de comentários para perguntar sobre a campanha à Presidência do deputado federal.

Castro acredita que o “s” que difere os nomes é importante, porque considera que o PEN/Patriota é uma legenda personalista, centrada na pessoa de Jair Bolsonaro e usada para reforçar a imagem dele: “A ideia deles é: ‘Bolsonaro, o patriota’. A nossa atitude é uma ideia coletiva de pessoas que lutam pelo Brasil”.

De acordo com o advogado do Patriotas, Vinícius de Castro, houve uma tentativa de contato com Bolsonaro para se buscar explicações. O deputado teria sido omisso e dito que ‘não tinha nada a ver com isso’, além de ainda não estar fechado com o PEN/Patriota. Vinícius de Castro conta que também falou com o presidente do PEN e que ele teria sido “ríspido” e que “não estava nem aí”.

Determinações do TSE

De acordo com determinações do TSE, duas legendas não podem ter nomes semelhantes a ponto de serem diferenciadas apenas pelo plural. Apesar da regra, a corte permite a convivência de nomes similares como PCB (Partido Comunista Brasileiro) e PCdoB (Partido Comunista do Brasil).

A mudança de nome do PEN para Patriota encontra resistência também entre seus integrantes. Dentre os motivos estariam os “superpoderes” concedidos à família Bolsonaro e as alterações no estatuto. Entre as mudanças feitas etão a proibição de coligação do PEN/Patriota com partidos de “extrema esquerda”.

Walney Rocha, presidente nacional do Conselho do PEN, e Junior Marreca, vice-presidente nacional do partido, entraram com um pedido de impugnação no TSE para barrar a mudança de nome e do estatuto da sigla.

Nem Bolsonaro e nem sua assessoria se pronunciaram sobre o assunto. (Rádio Jornal)

TSE vai julgar Bolsonaro e Lula por antecipação de campanha

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) entraram na mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por propaganda eleitoral antecipada. A Corte Eleitoral deve julgar ainda neste ano dois processos que envolvem a divulgação na internet de vídeos que fazem referência às candidaturas de Lula e Bolsonaro ao Planalto. Os dois, que lideram as pesquisas, já anunciaram publicamente a intenção de concorrer em 2018.

Na Corte Eleitoral, a avaliação é a de que esses julgamentos devem estabelecer as balizas que nortearão o entendimento do tribunal sobre o tema nas eleições de 2018. A legislação permite a propaganda eleitoral somente a partir de 15 de agosto do ano da eleição e prevê multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil para quem violar a restrição.

O primeiro caso que está na pauta é o de Bolsonaro. Em 21 de setembro, o TSE iniciou o julgamento sobre a retirada da internet de vídeos de apoio ao deputado fluminense. O ministro Admar Gonzaga, que havia solicitado mais tempo para analisar o caso, deve devolver o pedido de vista nos próximos dias.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) questiona a publicação no YouTube de vídeos que mostram o parlamentar sendo recepcionado em aeroportos por simpatizantes. Para o MPE, as gravações fazem “clara menção à pretensa candidatura” do deputado. Além de acusar Bolsonaro de ter conhecimento prévio das gravações e pedir a retirada do material, o MPE quer que o deputado se abstenha de veicular peças de conteúdo similar até o início do período eleitoral do ano que vêm.

Em um dos vídeos, intitulado “Bolsonaro 2018 Vamos juntos”, o narrador fala em “apoiar o futuro presidente”. O deputado então diz que “2018 está muito longe, vamos para a rua a partir de agora. A presença de todos ajudará para mostrar que nós não estamos a favor dessa ‘canalhada’ que está no poder”. Único a votar até aqui, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes, não viu propaganda eleitoral antecipada nos vídeos. (Com informações do UOL)

Bolsonaro defende comércio de pistola .50 no Brasil

Três dias após defender a liberação do porte de arma para toda a população, em Belém, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) postou um vídeo em rede social no qual torce para que uma pistola modelo .50AE seja comercializada no Brasil.

“Para nós evitarmos o policial civil, militar, um PRF, ao abater um inimigo, que estava atirando nele, e ser condenado por excesso, por ter dado mais de dois tiros, quem sabe no futuro a gente possa botar essa arma para ser usada no Brasil? Dei um tiro só. Um saco de cimento no peito do bandido”, afirma o parlamentar, em um cabine de tiros, nos Estados Unidos.

Pré-candidato à Presidência da República, o parlamentar esteve no Pará por ocasião das celebrações do Círio de Nazaré. “Vamos flexibilizar muito o porte de arma no Brasil. Comigo não vai existir o politicamente correto. Vocês terão armas de fogo”, disse ele no Norte, na quinta-feira passada, 5.

Em seu discurso, Bolsonaro voltou a exaltar as Forças Armadas e disse que os militares, em um eventual governo seu “voltarão ao poder pelo voto”.

Ele ainda pediu uma “salva de palmas” ao general Antonio Mourão, que recentemente causou polêmica ao defender em público a intervenção militar. (Diario de Pernambuco)

Lula lidera intenções de voto para 2018 em todos os cenários, aponta pesquisa Vox Populi

Pesquisa realizada pelo instituto de pesquisas Vox Populi, encomendada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e divulgada nesta sexta-feira (4), mostra que a popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de 2018 se manteve estável, mesmo após a condenação do petista pelo juiz federal Sergio Moro.

Na sondagem, Lula lidera as intenções de voto para a presidência da República no segundo turno em quatro cenários pesquisados: contra Jair Bolsonaro (PEN-RJ) ou João Doria (PSDB-SP), Lula alcança 53% das intenções de voto; se os candidatos forem Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ou Marina Silva (Rede-AC), Lula bate ambos com 52% dos votos.

Nesses cenários imaginados pela pesquisa, Bolsonaro teria 17% dos votos. Já Alckmin, Doria e Marina alcançariam, no máximo, 15% do total de votos, cada um.

O Vox Populi destaca uma variação de 40% em junho para 42% agora de entrevistados que afirmam que votariam no petista. Para Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, vários dados pesquisa podem explicar porque Moro não acabou com as intenções de voto positivas no ex-presidente.

“Um deles, muito importante, é que, para 42% dos entrevistados, Moro não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá. Para 32%, Moro provou e, outros, 27% não souberam ou não quiseram responder”, afirma Coimbra.

Bolsonaro é o segundo colocado quando nomes não são apresentados

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto.

Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Aécio Neves (PSDB-MG) zerou novamente, como havia zerado em junho, após as denúncias de corrupção feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

No cenário em que a intenção de voto foi estimulada com Alckmin, o tucano atinge 6% das intenções de voto e Lula, 47%. Bolsonaro tem 13%, Marina, 7%, e Ciro, 3%.

Na estimulada com Doria, Lula tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro manteve os 13%, Marina subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes, com 4%.

“O pessimismo dos brasileiros com o momento econômico e político atual e o descrédito no governo Temer, aliados as lembranças de um passado recente de que a vida era melhor nos governos do PT, ajudam a explicar porque as intenções de voto no presidente Lula são as que mais crescem em todos os cenários da pesquisa”, analisa Coimbra.

Lula é apontado como melhor presidente do Brasil por 55%

Segundo ele, outros dados da pesquisa CUT-Vox, ajudam a entender essa tese. Um deles é o aumento de 49% para 55%, entre junho e julho deste ano, do percentual de entrevistados que apontam Lula como o melhor presidente que o Brasil já teve – o outro nome lembrado é o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), com 15%.

Além disso, 58% dos brasileiros consideram Lula um bom administrador, 65% dizem que ele é trabalhador e 61% afirmam que a vida melhorou nos 12 anos de governos do PT.

Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, ressalta que o pessimismo dos brasileiros com o governo Temer vem aumentando rapidamente mês a mês por causa do desemprego recorde – mais de 13,5 milhões de trabalhadores estão desempregados – e das medidas de arrocho salarial, previdenciário e social.

Para Vagner, isso explica dados da pesquisa como os de que, com Temer, a vida piorou para 61% dos entrevistados – em junho o percentual era de 52%.

Aumentou também o pessimismo e a descrença quanto a capacidade de Temer de controlar a inflação – em junho, 62% achavam que a inflação ia aumentar. Em julho, esse percentual pulou para 75%. Cresceu também o percentual dos que acham que vai aumentar o desemprego no Brasil – de 68% em junho para 72% em julho.

A pesquisa CUT/Vox Populi, realizada nos dias 29 e 31 de julho, entrevistou 1999 pessoas com mais de 16 anos, em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior.

A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%. (Jornal do Brasil)