Botijão de gás sofre mais um reajuste de 8,9% nesta terça-feira (05)

A Petrobras informa que reajustou os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13), o gás de cozinha, em 8,9%, em média. O reajuste entra em vigor na terça-feira (5).

Segundo a estatal, o reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanharam a alta do Brent.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, diz a estatal.

O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,0% ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

A empresa lembra que o último reajuste ocorreu em 5 de novembro de 2017.

A alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial/comercial. (Estadão Conteúdo)

Aneel reajusta em 42,8% bandeira 2 e consumidor pagará conta de luz mais cara

Foi anunciado nesta terça-feira (24) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o aumento de 42,8% para o valor a ser cobrado do consumidor pela conta de luz quando acionada a bandeira 2 vermelha. Com o reajuste, os consumidores passam a pagar R$ 5 a cada 100 kWh consumidos. O valor anterior era de R$ 3,50.

Quando a autarquia informa aumento de preços, esses recursos são destinados a cobrir custos com a geração de energia , em especial, em momentos de seca, que faz com que o nível de armazenamento de águas nas hidrelétricas fica abaixo do essencial para o funcionamento e é necessário acionar mais termelétrica, que suprem a demanda mais a um custo mais alto.

Com a estiagem a atingir as principais hidrelétricas brasileiro o consumidor já tem arcado com o custo da bandeira 2 vermelha neste mês de outubro, porém paga o valor sem  o reajuste de dois dígitos. Em contrapartida ao aumento salgado, a agência reguladora não alterou o valor para a bandeira 1 vermelha, o mantendo em R$ 3 a cada 100 kWh consumidos.  Já a taxa da bandeira amarela cairá pela metade, de R$ 2 para R$ 1 a cada 100 kWh consumidos. (Do Valor Econômico)

Petrobras aumenta preço do botijão de gás em 9,8%

A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, vendido em botijões de até 13 kg (P-13). O reajuste entra em vigor a partir de 0h da próxima terça-feira (21).

O último reajuste realizado pela companhia ocorreu em 1º de setembro de 2015. A revisão dos preços não se aplica ao GLP destinado a uso industrial.

A Petrobras informou que o reajuste será aplicado sobre os preços praticados pela companhia, sem a incidência de tributos.

A estatal calcula que o preço do botijão P-13 para o consumidor final pode subir 3,1%, ou cerca de R$ 1,76 por botijão, se o aumento for integralmente repassado aos clientes e se mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

“Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, afirma a empresa, em nota. (Do G1)

Preço do botijão de gás sobe entre 8% e 10% em Pernambuco

gasO botijão de gás está mais caro em Pernambuco. Entrou em vigor na quinta-feira (1º) o reajuste de 8% a 10% autorizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para as revendedoras do estado. Assim, o bujão de 13 quilos de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) que custava entre R$ 40 e R$ 50 passa a ser vendido por valores que variam entre R$ 43 e R$ 55.

Em Pernambuco, existem 1.800 revendedoras de GLP. Como o mercado é livre, cada uma pode definir o preço final ao consumidor a partir dos limites estabelecidos pela ANP. O reajuste foi concedido com base na variação da inflação, aumento dos custos operacionais e salariais da categoria.

Em Pernambico, são vendidos 1,6 milhão de bujões de 13 quilos por mês. O Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás (Sinergas-PE) alerta que o consumidor deve comprar o GLP apenas em revendedoras autorizadas. Produtos de procedência duvidosa podem colocar em risco a integridade do cliente. (Do G1/PE)