Adolescente é acusado de agressão contra a mãe em Ouricuri

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Um adolescente de 16 anos está sendo acusado de ter praticado agressão contra a própria mãe em Ouricuri, no Sertão do Araripe pernambucano. A mãe, uma agricultora de 37 anos, denunciou o próprio filho. O episódio aconteceu no inicio da noite dessa terça-feira (05) no Sítio Patí, zona rural de Ouricuri.

Segundo a Polícia Militar (PM), a agricultora relatou aos policiais que, o menor chegou em casa com sintomas de embriaguez alcoólica, falando palavras de baixo calão e  que a teria a pegado pelo braço e pescoço e a jogado no chão.

O menor foi encontrado na vizinhança com uma faca de mesa. Ele e a mãe foram conduzidos a Delegacia de Polícia civil de Ouricuri.

Filho ameaça mãe com um facão para receber herança antecipada no Sertão de PE

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Embriagado, um agricultor de 58 anos ameaçou a própria mãe para receber uma herança ainda em vida, e o caso terminou na Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.

O fato foi registrado neste final de semana, no Sítio Antonico, quando o agricultor foi até a casa da sua genitora para força-la a vender parte da terra e dar a sua parte.

A ousadia do filho terminou em agressão, uma vez que um outro irmão, de idade não revelada, tentou defender a mãe e pediu para que o agressor deixasse a casa. A reação foi uma luta corporal entre os envolvidos, quando o agricultor de 58 anos, de posse de um facão, atingiu o irmão com golpes na cabeça e no braço direito.

Toda a confusão foi assistida pela mãe, que sentiu-se mal foi socorrida às pressas ao Hospital Regional Emília Câmara. O caso foi registrado na delegacia de polícia como ameaça e lesão corporal. (Farol de Notícias)

Pernambuco atinge a marca inédita de cinco mil homicídios em 2017

Pernambuco alcançou, na madrugada dessa quarta-feira (29), a marca de cinco mil homicídios no ano. Esse quantitativo nunca havia sido registrado no Estado desde que crimes do tipo passaram a ser contabilizados no Sistema de Informação de Mortalidade do DataSUS, em 1979.

Na contagem da Secretaria de Defesa Social (SDS), iniciada em 2004, o ano mais violento da história, até agora, havia sido 2006, com 4.638 casos. Considerando que o total mensal de assassinatos tem ficado acima de 400 há quatro meses e que ainda restam os 31 dias de dezembro, 2017 pode terminar com um número ainda mais alarmante de homicídios: quase 5,5 mil.

Os dados oficiais da SDS indicam que, até outubro, houve 4.576 casos. A contagem de novembro só será consolidada no próximo dia 15, como ocorre todos os meses. Contudo, levantamento paralelo feito pela imprensa junto à sede do Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, e dos postos da instituição em Caruaru, no Agreste, e Petrolina, no Sertão, indica que, até a madrugada desta quarta-feira, 426 assassinatos tinham sido contabilizados só neste mês.

Somando o número aos 4.576 casos dos dez meses anteriores, o total do ano chega a 5.002. É provável que essa marca tenha sido atingida até antes, já que os dados do IML não incluem vítimas que saem feridas dos locais de crimes e morrem nos hospitais. Em fevereiro deste ano, a SDS deixou de divulgar, diariamente, as estatísticas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), o que era praticado desde a criação do Pacto pela Vida, em 2007.

Uma das pessoas assassinadas na terça-feira (28) foi um rapaz que acompanhava o tio, ex-presidiário, a uma oficina automotiva em Serra Talhada, no Sertão. Enquanto esperavam o fim do atendimento, as vítimas foram surpreendidas por atiradores, que invadiram o local e efetuaram vários disparos. Além deles, o mecânico foi baleado. O jovem foi hospitalizado, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. (Folha PE)

Homem é acusado de agressão contra mulher em Ouricuri

 

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Antonio da Silva Monteiro, de 35 anos, está sendo procurado pela Policia Militar (PM) do 7º BPM em Ouricuri, Sertão do Araripe. Ele foi acusado pela mulher, uma agricultora de 31 anos de idade, de ter havido agressão (violência doméstica) por parte do homem contra sua pessoa. O fato aconteceu no final da tarde dessa segunda-feira (30) no Sítio Baixio, zona rural do município.

A agricultora procurou a Delegacia de Policia Civil local, onde relatou o caso.  A Polícia Militar foi até o local do crime contra a mulher, no entanto, após várias buscas não localizou o acusado.

Professores brasileiros são os que mais sofrem agressões de alunos

As fotos que a professora Marcia Friggi, 51 anos — professora de português há 10 anos — postou, em uma rede social, refletem um a situação que não é isolada: o Brasil é líder em violência contra docentes, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). As imagens mostram o rosto dela desfigurado, com sangue, supostamente resultado da agressão de um aluno de 15 anos do Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) de Indaial (SC), na segunda-feira.

Segundo pesquisa da OCDE, 12,5% dos professores brasileiros disseram sofrer violência verbal ou intimidação de alunos, pelo menos uma vez por semana. O Brasil ocupa a primeira posição no ranking. Em segundo lugar aparece a Estônia com 11%, seguida pela Austrália com 9,7%. A pesquisa foi realizada em 34 países, com a participação de 100 mil professores e diretores dos ensinos fundamental e médio.

Outra pesquisa mostra que mais de 22,6 mil professores foram ameaçados por estudantes e mais de 4,7 mil sofreram atentados à vida nas escolas. Os dados são do questionário da Prova Brasil 2015, aplicado a diretores, alunos e docentes do 5º e do 9º anos do ensino fundamental de todo o país. A violência também ocorre entre estudantes: 71% dos mestres presenciaram agressões verbais ou físicas entre eles. As informações estão na plataforma Qedu.

Na postagem feita por Marcia Friggi, ela afirma que não sabe se voltará a dar aula. Segundo ela, depois de uma discussão em sala de aula, em que o aluno a teria insultado e jogado um livro nela, pediu para que o aluno se retirasse da sala. Na diretoria, o aluno negou a versão da professora e a agrediu com tapas e um soco que abriu o supercílio e deixou o olho de Marcia inchado.

“Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. (…) Estou dilacerada porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros. Estamos, há anos, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos. A sociedade nos desamparou”, desabafou. Em nota, a prefeitura de Indaial disse que a Secretaria de Educação e a Promotoria avaliarão o procedimento com relação ao aluno. “Após a ocorrência, a família do aluno e o Conselho Tutelar foram acionados até o Ceja. Devido ao tipo de agressão, o caso seguiu para a Promotoria da Justiça da Infância e da Adolescência”. (Do Correio Brasiliense)