Vaga de emprego na CDL Ouricuri

A Câmara de Dirigentes Lojista (CDL) de Ouricuri está ofertando uma vaga de emprego (Operador de Telemarketing) nesta terça-feira (23). Os interessados em ocupar a vaga deverá entregar currículo na CDL que fica na Avenida Antonio Pedro da Silva, 684, no Centro de Ouricuri.

Para ocupar o cargo é necessário ter experiência, bom atendimento e boa oratória.

Agência do Trabalho de PE em Araripina divulga vagas de emprego para esta sexta-feira (12); 10 vagas para Ouricuri

 

Foram divulgadas nesta sexta-feira (12) as vagas de emprego disponíveis para a cidade de Ouricuri, Araripina e outras cidades do Sertão do Araripe. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco.

Vagas disponíveis

Local Vagas FUNÇÃO ESCOLARIDADE SALÁRIO EXPERIÊNCIA OBSERVAÇÕES
Araripina 1 Vendedor Pracista Ensino médio completo não informado Ter moto e experiência com vendas
Trindade 1 Vendedor Pracista Ensino médio completo não informado Ter moto e experiência com vendas
Ipubi 1 Vendedor Pracista Ensino médio completo não informado Ter moto e experiência com vendas
Araripina 1 Vendedor Pracista Ensino médio completo não informado Necessário cnh AB
Araripina 1 Promotor de Vendas Ensino médio completo não informado Necessário cnh AB
Araripina 1 Cozinheira de Restaurante Ensino fundamental completo não informado 6 meses Disponibilidade para trabalhar a noite
Ipubi 10 Vendedor de Serviços Ensino fundamental completo não informado Disponibilidade para realizar viagens diárias
Araripina 1 Vendedor Atacadista Ensino médio completo não informado 6 meses Ter moto ou carro e disponibilidade para viagens em toda região do Araripe
Ouricuri 10 Vendedor de Serviços Ensino fundamental completo não informado Disponibilidade para realizar viagens diárias

 OUTROS SERVIÇOS DA AGÊNCIA:

Habilitação de Seguro Desemprego

Emissão de Documentos: RG; e RESERVISTA

Emissão de Carteira de Trabalho Digital (CTPS)

Atendimento ao público: 07h às 13h. Rua Joaquim Alexandre Arraes, 84, centro.
Contato: (87) 3873.8381.

Governador da Paraíba anuncia concurso para professor com 1.000 vagas

O Governador do Estado da Paraíba, João Azevêdo, divulgou nesta segunda-feira (11), no programa ‘Fala Governador’, da Rádio Tabajara, que fechou o edital para um concurso público com 1.000 vagas na área da educação.

As vagas para professores da rede de ensino público estão divididas entre 13 disciplinas. Os destaques são Matemática, Língua Portuguesa e Biologia que dispõem, respectivamente, de 199, 195 e 150 vagas. As outras são: Artes (72), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78), Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Química (28) e Sociologia (6).

João confirmou que está na fase final de contratação da empresa que realizará o concurso, e disse que deverá divulgar o edital no início do mês de abril. Ele desejou boa sorte aos que forem se submeter à prova.

“Eu desejo boa sorte a todos os concorrentes e que a gente possa ter uma educação cada vez mais qualificada, exatamente com profissionais selecionados e entrando no Estado pela porta da frente, que é o concurso público”, falou.

Filosofia e Sociologia – O governador informou também sobre as vagas abertas para Filosofia e Sociologia, ressaltando a importância dessas disciplinas para a formação dos alunos. “Se você quer criar e dar suporte a um projeto de vida para cada aluno, você tem que ter um leque muito grande de professores em todas as áreas. Por isso que a Filosofia e a Sociologia são áreas que pra gente continuam sendo muito importantes”, destacou.

CDL divulga vaga de emprego para vendedor de peças em Ouricuri

A Câmara de Dirigentes Lojista de Ouricuri (CDL) estará divulgando a partir desta quarta-feira (20) vagas de empregos gratuitamente ofertadas pelas empresas associadas à entidade.

Nesta quarta está sendo divulgada uma vaga para vendedor de peças, interessados devem deixar curriculum na CDL Ouricuri, que fica na Avenida Antonio Pedro da Silva, 684, centro da cidade.

Governo de Pernambuco abre novo concurso com mil vagas

Estão abertas as inscrições para concurso público com mil vagas, com cargos de nível médio e superior, que serão lotados em diversas unidades de saúde espalhadas em Pernambuco. As inscrições seguem até o dia 20 de setembro, exclusivamente pelo www.institutoaocp.org.br. Do total de vagas, 5% são reservadas para pessoas com deficiência.

Vagas

Das mil vagas, 970 são para o grupo ocupacional saúde pública, sendo 260 para o cargo de médico, 250 para analista em saúde (diversas profissões de nível superior) e 460 assistente em saúde (diversas profissões de nível médio). As outras 30 vagas são do grupo ocupacional de fiscalização sanitária da saúde, todas para fiscal de vigilância sanitária.

No edital, são especificados os requisitos para cada cargo/especialidade, além das atribuições. As vagas são para cargos e lotação em Gerências Regionais de Saúde (Geres) que a Secretaria não possui mais banco do último concurso realizado em 2014, que ainda está vigente até dezembro de 2018. Os cargos beneficiados com o concurso público de 2014 que ainda possuem banco continuam válidos.

O concurso

O concurso público será dividido em duas etapas para os profissionais de nível superior (médicos, analistas em saúde e fiscais de vigilância sanitária), sendo uma prova objetiva e, para os aprovados nessa etapa, avaliação de título. Já para os assistentes em saúde (nível médio), o certame será em uma fase (prova objetiva). A prova objetiva será realizada de acordo com conhecimentos da língua portuguesa, conhecimentos gerais do Sistema Único de Saúde (SUS) e conhecimentos específicos relacionados diretamente à natureza de cada cargo/especialidade, como descrito no edital.

A prova objetiva será realizada em 21 de outubro, com divulgação do resultado final dessa etapa em 26 de novembro. Já a convocação dos candidatos classificados para a avaliação de títulos será entre 26 e 30 de novembro. O resultado final do concurso, após o período de recurso, será em 15 de janeiro.

O concurso, realizado pelo Instituto AOCP, terá validade de dois anos após a homologação, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. A taxa de inscrição é de R$ 40 (nível médio) ou R$ 60 (nível superior).

Cargos do concurso

Assistente em saúde (nível médio): assistente técnico de administração, técnico de enfermagem, técnico de imobilização ortopédica, técnico de laboratório, técnico de necrópsia, técnico de radiologia, técnico em saúde bucal, técnico em farmácia.

Analista em saúde (nível superior): assistente social, biomédico, enfermeiro, enfermeiro cardiologista, enfermeiro obstetra, enfermeiro oncologista, enfermeiro uteista, farmacêutico, fisioterapeuta, fisioterapeuta em terapia intensiva, fisioterapeuta respiratório, nutricionista, psicólogo, sanitarista, médico veterinário, administrador, contador e analista em educação na saúde.

Fiscal de vigilância sanitária (nível superior): enfermeiro, farmacêutico e nutricionista.

Médico (nível superior): anatomopatologista, anestesiologista, cardiologista, cirurgião de cabeça e pescoço, cirurgião geral, cirurgião oncológico, cirurgião pediátrico, cirurgião toráxico, cirurgião vascular, cirurgião geral, coloproctologista, endoscopista, infectologista, intensivista adultio, intensivista pediátrico, neonatologista, neurocirurgião, neuropediatra, oncologista, otorrinolaringologista, pediatra, pneumologista, psiquiatra, tocoginecologista, traumato-ortopedista, urologista e médico em radiologia e diagnóstico por imagem. (Do NE10)

No Brasil, 25,8% dos jovens não estudam e nem trabalham

Apesar de trabalhar desde cedo, a juventude brasileira foi a mais afetada pela crise econômica. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 11,6 milhões dos jovens na faixa dos 16 aos 29 anos estão sem trabalho e sem estudo. São os “nem-nens”.

Morador de Ceilândia, Vitor Eduardo Bezerra, 25 anos, ficou um ano desempregado, sem estágio ou emprego fixo. Após terminar a pensão pós-morte que recebia do pai e faltando um ano para terminar a faculdade de direito, teve que largar os estudos por não conseguir manter-se. Há um mês, ele conseguiu uma ocupação, mas fora da área. “Não achei nada. Fiquei sem condição alguma. Larguei a faculdade, estou em um subemprego para custear a minha vida até juntar dinheiro para poder voltar, mas ano que vem acho que ainda não dá. Também vou estudar para concurso em casa. É a saída que vejo.”

Bezerra reclama que as empresas têm receio de contratar os jovens. “A maioria das empresas discrimina quem está começando. A expectativa dos empregadores é muito alta em relação a quem está iniciando. Só que não corresponde à realidade e precisamos de uma chance para aprender.”

Davi Liksan, 20 anos, ficou desempregado em 2016. O estudante de publicidade participou de entrevistas de emprego, mas não conseguiu a vaga. Para se virar na crise, aceitou um emprego de auxiliar de lavanderia. “Procurei estágio na minha área, fiz várias seleções, mas foi um ano muito difícil. As empresas procuram quem já entende, quem tem experiência e portfólio. Uma situação muito triste, porque não dão chance de aprender.”

Ele conta que a crise também afetou o consumo. “No mercado, gasta muito e sai com quase nada.Ajudo com as contas de casa e, no final, não sobra nada”, aponta. Segundo a pesquisa, entre os homens, 60,5% se encontravam trabalhando, contra apenas 44,8% das mulheres que se inseriram no mercado.

Informalidade

Em relação à formalidade do trabalho dos jovens, houve um recuo de 0,3% nos últimos anos (com 2012 registrando 58,7%, e 2016, 58,4%) que reflete na informalidade. O número de jovens sem carteira assinada foi o mais alto entre os demais grupos etários, com 22,1%.

A maior parte dos jovens que não estudam nem trabalham tem apenas o nível fundamental incompleto ou equivalente, e a desigualdade aumenta ainda mais entre negros e pardos, que representam 29,1% dos sem estudo e trabalho, em contrapartida a 21,2% dos brancos. Não surpreende, porém, que as mulheres sejam o grupo mais afetado pelo fenômeno: 37,6% das jovens negras ou pardas se encontram nessa situação.

Isso se reflete na condição de vida das brasileiras, já que 34,6% delas responderam “ter que cuidar dos afazeres domésticos, do(s) ou de outro(s) parente(s)” quando questionadas do por que não procuram uma ocupação. Para terem seu “ganha pão”, porém, 92,1% das jovens “nem-nem” afirmam cuidar de moradores do domicílio ou parentes e afazeres domésticos.

A realidade do jovem brasileiro não é fácil, já que 39,6% afirma ter começado a trabalhar até os 14 anos, principalmente no grupo que tem o ensino fundamental incompleto. Trabalhadores negros ou pardos representam 42,3% dos que começaram a trabalhar cedo, contra 36,8% dos brancos — com homens (45%) começando mais cedo que mulheres (32,5%).

O economista e professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira avalia que os dados são preocupantes. “Os jovens são os mais afetados, porque não têm experiência, os especializados são os últimos a serem demitidos. E perdem duas vezes. Perdem na retomada com pessoas competindo com mais capacidade e sem oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.”

Principais pontos

Confira alguns dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):

» Desemprego

Nos últimos quatro anos, o número de jovens (16-29 anos) que não estavam ocupados e nem estudavam (os chamados “nem-nens”) chegou 25,8% dessa faixa etária. São 11,6 milhões de pessoas nessa situação. O nível de ocupação desse grupo etário diminuiu de 59,1% (2012) para 52,6% (2016). Entre os homens, 60,5% têm algum tipo de ocupação. O percentual cai para 44,8% entre as mulheres. O Amapá é o estado que lidera o ranking de taxa de desocupação.

» Empregos formais

Apesar de a taxa de empregos formais ter recuado 0,3%, 33,9% dos jovens estão inseridos no comércio e na reparação; ou na indústria (28,7%).

» Menor renda

A faixa etária de 16 a 29 anos é a que teve a menor renda, com R$ 1.321, o que equivale a uma queda de 1,5% em seu rendimento médio real. Os ganhos são inferiores à média nacional (R$ 2.021).

» Pobreza extrema

Os dados mostram que, em 2016, 12,1% das pessoas vivem em situação de pobreza extrema, sobrevivendo com até 25% abaixo do mínimo (que, na época, era R$ 880). São 24,8 milhões de brasileiros. Negros e pardos representam 72,9% de pessoas em situação de pobreza. E as mulheres são as que mais sofrem com essa realidade, já que, das pessoas atingidas, 33% são homens negros e 34,3% mulheres negras. Esse número se contrapõe aos 15,3% e 15,2% de homens e mulheres brancos registrados, respectivamente. (Do Diário de PE)