Tradicional Festa de Setembro de Terra Nova – PE vai até sábado (22)

Foto: reprodução / Uma das atrações – Bonde do Brasil

A Tradicional Festa de Setembro da cidade de Terra Nova, no Sertão Pernambucano em homenagem à padroeira do município, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, teve inicio nessa quinta (20).

A abertura do festejo contou com as atrações Amigos Sertanejos, Thiago Estouradinho, Burna Veríssimo e Rafael Veríssimo.

Nessa sexta (21) a animação ficara por conta de Gabriel Diniz, banda Skema Swingado, a dupla Taciana e Tayla e Ranieri e banda.

No sábado (22), último dia de programação, se apresentarão a banda Cavaleiros, Novo Swing, Bonde do Brasil e o cantor Gley Gomes.

Candidatos inelegíveis terão de devolver recursos públicos de campanha

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Todos os candidatos julgados inelegíveis pela Justiça Eleitoral terão de devolver os recursos públicos usados na campanha deste ano. A interpretação é da Procuradoria Geral da República e inclui o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro da candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme dados disponíveis no portal do TSE, a candidatura de Lula arrecadou R$ 20,6 milhões, sendo R$ 20 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e contratou despesas no valor total de R$ 26,2 milhões. A assessoria do TSE informou que será necessário fazer uma prestação de contas separada da candidatura de Fernando Haddad.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que também é procuradora-geral Eleitoral, disse que a devolução dos recursos do fundo especial aos cofres públicos não é surpresa aos candidatos, uma vez que foi amplamente divulgado antes da realização das convenções partidárias. “Necessário é o ressarcimento dos cofres públicos dos recursos do fundo de campanha utilizado por candidato inelegível”, disse.

Segundo Dodge, a Procuradoria espera que os candidatos inaptos devolvam espontaneamente os recursos utilizados na campanha eleitoral. “Caso não acolham, iremos a juízo pedir o ressarcimento do erário público”, afirmou a procuradora. Ela disse que antes das convenções foram feitas reuniões com os procuradores regionais eleitorais para esclarecimento dessa questão.

Neste ano, a Procuradoria Geral Eleitoral editou quatro instruções sobre o processo, incluindo o financiamento público, a destinação de recursos para as campanhas das candidaturas e o ressarcimento, por exemplo. O intuito, segundo Dodge, foi dar transparência à aplicação da verba pública para custeio da campanha eleitoral, que chegou a R$ 1,7 bilhão.

A procuradora disse que o momento de cobrar o ressarcimento será no julgamento das prestações de contas dos candidatos. A primeira parcial foi feita na semana passada e abrange a fase inicial da campanha – entre 16 de agosto e 8 de setembro.

Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do PT em Brasília e em São Paulo, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. (EBC)

Haddad e Bolsonaro, foram os dois maiores alvos no quarto debate presidencial

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O primeiro debate presidencial desta eleição com a presença de um candidato petista expôs o poder de atração do polo que se estabeleceu no topo de disputa. Fernando Haddad (PT) dividiu com o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que segue hospitalizado após atentado a faca no início do mês, o papel de alvo no quarto embate entre os candidatos nesta campanha, promovido pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela TV Aparecida.“Todos os partidos deveriam fazer uma autocrítica, mas o PT lança candidato em porta de penitenciária”, disse o ex-governador Geraldo Alckmin (PSBD) em um dos ataques ao substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial.

No encontro em que a Igreja Católica e suas TVs mostraram mais uma vez sua capacidade de influência, Haddad também foi alvo de Henrique Meirelles (MDB), que o associou ao Governo Dilma Rousseff; de Ciro Gomes (PDT), que o cobrou, no que chamou de “uma pinicadinha”, pelo fato de o PT não ter feito, durante os 14 anos em que esteve no poder, reformas tributárias para reduzir a desigualdade no país; e do senador Alvaro Dias (Podemos-PR), que se destacou nas redes sociais ao chamar o petista de “porta-voz da tragédia” e “representante do caos”, entre outros desqualificativos.

Apesar das alfinetadas, o modelo do debate não favoreceu os confrontos diretos entre os candidatos – eles não puderam escolher a quem perguntar, já que todas as interações foram definidas por meio de sorteios. A sorte permitiu que os embates mais aguardados, entre Alckmin e Haddad e entre Ciro e o petista, ocorressem apenas uma vez. O resto das perguntas foi feito por jornalistas das emissoras ligadas à igrejas ou por bispos, o que atribui ao debate uma maior gama de assuntos, mas impediu que os candidatos desenvolvessem com mais fôlego suas propostas. Talvez por conta do modelo, o debate não fluiu como os três primeiros, e boa parte das intervenções dos presidenciáveis soou hermética.

Logo em sua primeira intervenção, Haddad fez questão de mencionar o ex-presidente Lula, preso desde abril e candidato do PT à Presidência até ser substituído neste mês pelo ex-prefeito de São Paulo. O petista usou o seu tempo para reivindicar o legado do ex-presidente e para colar Alckmin e seu PSDB ao Governo de Michel Temer. Em resposta a dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, ele prometeu fortalecer todas as instituições que combatem a corrupção. “Para isso precisamos ter uma controladoria, uma Polícia Federal e uma Justiça forte e apartidária”, disse, afirmando que o PT fortaleceu essas instituições enquanto esteve no Governo.

Foi ao tentar associar Alckmin a Temer, entretanto, que Haddad abriu caminho para os ataques do adversário. O petista questionou o tucano sobre o teto de gastos públicos estabelecido pelo atual Governo e a reforma trabalhista, que ele prometeu revogar. “Estamos com 13 milhões de desempregados, herança da Dilma e do PT”, respondeu o tucano. “Não precisaria do teto de gastos se não fosse o Governo do PT”, emendou. Alckmin disse que a situação do Brasil é delicada e, sempre tentando se descolar de Temer, prometeu reformas já no início do ano para a economia voltar a crescer.

O maior incisivo contra Haddad durante o debate foi Alvaro Dias, que usou todo o tempo de embate entre os dois para fazer ataques ao PT, o partido da “crença na ignorância”, o “arauto da intolerância”, que “distribuiu a pobreza para todos e a riqueza para alguns”. A estratégia lhe rendeu ser um dos a

Bolsonaro

Também não faltaram críticas a Jair Bolsonaro, mas elas partiram de Meirelles, Guilherme Boulos (PSOL) e Marina Silva (Rede). Sempre tomando o cuidado de não soarem desrespeitosos ao mirar contra um candidato hospitalizado, os três se revezaram em críticas ao comportamento e às propostas do capitão reformado do Exército. “Não é com violência que se combate a violência, distribuindo armas à população”, disse Boulos ao abordar a questão em debate com Marina. “Vamos enfrentar o problema com prevenção. Não queremos que o jovem tenha a primeira arma, mas o primeiro emprego. Não podemos usar como exemplo quem criou a polícia que mais mata e a polícia que mais morre.”

Meirelles preferiu criticar os planos econômicos da candidatura Bolsonaro, mirando contra seu fiador econômico, Paulo Guedes, e a proposta de retorno da CPMF que circulou nos últimos dias sem muita clareza – e que foi negada pela campanha de Bolsonaro. “Não é necessário ficar criando mais tributos. Eu sou contra a reedição da CPMF. Essa confusão entre o Bolsonaro e seu economista-mor, que ele diz que é o Posto Ipiranga, é um sinal que esse posto deve estar tendo um incêndio”, disse Marina.

Para o cientista político Eduardo José Grin, professor do Departamento de Gestão Pública da FGV que comentou o debate em tempo real no EL PAÍS, o confronto deixou desenhados três campos: “Petistas, antipetistas e os que se apresentam como representantes de um centro democrático e reformista”. “Vamos ver se isso serve para balançar a polarização que se desenha entre Bolsonaro e Haddad”, comentou. (EL PAÍS)

Polícia Civil de Pernambuco indicia Marília Arraes por peculato

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A vereadora do Recife e candidata à deputada federal, Marília Arraes (PT), foi indiciada pela polícia civil de Pernambuco pelo crime de peculato. A petista é acusada de ter contratado quatro “funcionários fantasmas” para o seu gabinete na Câmara de Vereadores do Recife.

O inquérito policial foi concluído e remetido ao Ministério Público (MPPE) na semana passada, mas somente nesta quinta-feira, 20, a titular da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública, Patrícia Domingos, anunciou o término da investigação.

Segundo o Estado apurou, dois desses funcionários seriam jornalistas e uma seria universitária. A delegada alegou que não poderia informar nomes, cargos e quanto de dinheiro público pode ter sido desviado, pois o caso foi remetido ao MPPE sob sigilo.

A expectativa é de que o órgão se manifeste em até 30 dias, podendo pedir que a polícia complemente as investigações, oferecer a denúncia à Justiça ou pedir o arquivamento. A pena para crimes de peculato varia entre 2 e 12 anos de prisão, além de multa.

“Nosso intuito não é gerar um fato político ou atrapalhar a campanha de quem quer que seja”, disse a delegada.

Marília era candidata ao governo de Pernambuco, mas teve sua candidatura retirada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso pela Operação Lava Jato – e a cúpula petista como parte de um acordo com o PSB. A estratégia tinha o objetivo de isolar o presidenciável Ciro Gomes (PDT).

Por meio de nota, Marília Arraes se disse surpresa com o anúncio do seu indiciamento e de mais quatro funcionários. A candidata afirmou que achou estranho uma notícia como essa a duas semanas das eleições.

“Há cerca de três anos, após tomar conhecimento de uma denúncia anônima totalmente absurda, que versava sobre este tema, eu mesma tomei a iniciativa de procurar o Ministério Público para solicitar que os fatos fossem investigados”, declarou Marília.

A candidata disse ainda que ela é os funcionários estão “como sempre” estiveram à disposição das autoridades. “Mas não temos como deixar de repudiar atitudes que claramente tem o propósito de tumultuar o processo eleitoral democrático em nome de interesses não republicanos”, disse.

Secretário de Paulo Câmara também foi indiciado

O ex-secretário de Administração da gestão Paulo Câmara (PSB) e candidato a deputado federal, Milton Coelho (PSB), também foi indiciado pelo crime de peculato. Nome forte do partido no Estado, Coelho é acusado pela polícia civil de ter contratado pelo menos três funcionários fantasmas no período em que esteve à frente da pasta – janeiro de 2015 a abril deste ano, quando pediu exoneração para disputar as eleições 2018.

Coelho está há 18 anos no PSB onde ocupou a presidência regional da legenda, foi vice-prefeito do Recife e um dos coordenadores da campanha presidencial do ex-governador, Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em 2014.

A polícia civil descobriu os funcionários fantasmas depois de uma denúncia anônima encaminhada pela ouvidoria do MPPE sobre a contratação irregular de uma jornalista para o cargo de assessora de gabinete de Coelho. A servidora que também é colunista social em um jornal do Recife teria recebido quase R$ 90 mil sem nunca ter dado expediente na Secretaria de Administração.

Segundo o Estado apurou, em depoimento à delegada, a jornalista alegou que prestava o serviço remotamente. Sem elementos comprobatórios da irregularidade, a polícia civil não indiciou a servidora, mas encontrou outros três que teriam recebido salários sem trabalhar na secretaria.

A reportagem não localizou Milton Coelho nem sua assessoria. Procurado, o Governo de Pernambuco não se pronunciou. (Do Estadão)

Base da Rede e chapa majoritária saem em defesa de candidatura de Lossio

 

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A base da Rede Sustentabilidade e a chapa majoritária do partido em Pernambuco saíram, nesta quinta-feira (20), em defesa da candidatura de Julio Lossio a governador e Marina Silva a presidente. O grupo de 44 filiados assinou uma carta à Executiva nacional do partido, que notificou Lossio por ele ter recebido apoio do candidato a deputado federal Coronel Meira (PRP), ligado ao presidenciável Jair Bolsonaro.

No documento, os filiados reforçam que o apoio de Meira a Lossio se deveu ao compromisso do ex-prefeito de Petrolina em incorporar as propostas do coronel para a segurança pública em seu plano de governo.

A carta é assinada por importantes lideranças da base da Rede, como o coordenador de Finanças Elton Santana, os coordenadores de Comunicação Yuri Santos e Gilberto Sabino, e o coordenador de Ação Institucional e Políticas Públicas, Edson Celestino – entre outros candidatos proporcionais da sigla, além dos candidatos da chapa majoritária, como Luciano Bezerra (vice) e os postulantes ao Senado, Adriana Rocha e Pastor Jairinho.

Temos, pela primeira vez em nosso Estado, a possibilidade de fazermos uma campanha eleitoral animadora e contagiante, baseada em propostas inovadoras, com bastante responsabilidade e senso crítico, sendo capaz de unir as melhores pessoas“, afirmam os filiados, no documento.

Agradecimento

Lossio agradeceu o reconhecimento e garantiu estar com a consciência tranquila de que está agindo como prega a Rede. “Sigo recebendo apoio das pessoas boas que existem em todos os partidos, com base em relações programáticas, e levando aos pernambucanos as nossas propostas e o nosso compromisso de unir todos em torno da verdadeira mudança que Pernambuco precisa”,ressaltou. (Via Blog do Carlos Brito)

 

UPE abre processo seletivo para Mestrado com ingresso em 2019.1; Vagas exclusivas para professores da rede municipal de Petrolina

A Universidade de Pernambuco (UPE) Campus Petrolina lançou o edital PPGFPPI 05/2018 para Processo de Seleção e Admissão de estudantes ao programa de Pós-Graduação em Formação de Professores e Práticas Interdisciplinares com ingresso em 2019.1.

 O Programa de Mestrado oferta 36 vagas, das quais 25 são direcionadas a professores dos diferentes níveis de ensino (Educação Básica e Educação Superior) em exercício no magistério. E 11 vagas para professores da rede municipal de educação de Petrolina conforme termo de convênio e cooperação firmado entre a UPE e a Secretaria de Educação (Sedu).

As inscrições serão realizadas presencialmente entre 24 de setembro e 01 de novembro na secretaria do PPGFPPI, localizado no Bloco D da UPE Campus Petrolina. Caso o candidato não possa comparecer pessoalmente na secretaria, poderá enviar a documentação exigida por CORREIOS, via SEDEX conforme orienta o edital.

A seleção compreende 4 etapas. São elas: 1) Analise do pré-projeto, prova escrita, Arguição oral e Analise do currículo vitae.

O programa tem como objetivo formar professores nos diversos níveis de ensino que compreendem a interdisciplinaridade como desafio prático na pesquisa e nos processos pedagógicos. Com área de concentração em Educação, o cursose divide em duas linhas de pesquisa: 1) Políticas educacionais, formação docente e práxis pedagógica e 2) Educação, meio ambiente e saúde.

Acesse o edital clicando aqui.

Nota de esclarecimento do deputado federal Adalberto Cavalcanti em relação as suas faltas nas sessões plenárias do Congresso.

O blogueiro Jamildo divulgou em seu blog o número de faltas dos parlamentares pernambucanos nas sessões plenárias do congresso, no período de 2015 à 2018.  

Segundo Jamildo, os dados levantados pela ONG, Ranking dos políticos, constataram durante o mencionado período, 105 faltas do deputado Adalberto. Porém, não foi publicado junto a essa informação, que as citadas faltas foram devidamente justificadas através de atestados médicos, comprovando que o afastamento do congresso na época, foi por conta de um procedimento cirúrgico em que o parlamentar foi submetido após ter sofrido um acidente, tornando inviável o seu deslocamento toda semana para Brasília. 

Como um cumpridor do dever de servir ao povo pernambucano com transparência, Adalberto Cavalcanti, deputado federal e candidato à reeleição, através de sua assessoria, vem a público esclarecer o motivo de sua ausência nas citadas sessões plenárias do congresso. 

A assessoria do deputado acrescenta ainda, que é de causar estranheza esse tipo de matéria, que tem como principal objetivo confundir a cabeça dos eleitores,  aparecer exatamente no período de uma campanha eleitoral, na qual, o nome do candidato a reeleição, Adalberto Cavalcanti, é indubitavelmente o mais aceito por todos na região. 

Sem mais para o momento, Adalberto Cavalcanti renova seus protestos de estima e elevada consideração à toda imprensa e ao povo pernambucano, e se coloca a disposição de todos para maiores esclarecimentos. 

Assessoria do deputado federal Adalberto Cavalcanti

Semana Nacional do Trânsito terá ações educativas em Araripina entre os dias 18 a 25

Entre os dias 18 a 25 de setembro todo o país está mobilizado na Semana Nacional do Trânsito que, este ano, traz o tema “Nós somos o trânsito”. Em Araripina, a Autarquia Municipal de Mobilidade, Trânsito e Transporte – AMMTT com a participação da Polícia Militar está promovendo ações educativas pela cidade.

O objetivo é envolver diretamente a sociedade nas ações e propor uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

Até o dia 25 serão realizadas palestras educativas em escolas da rede particular, municipal e estadual com a distribuição de material educativo para conscientizar a todos sobre a importância de um trânsito seguro.

Além disto, uma campanha nas emissoras locais de rádio vai alertar a população para as principais infrações cometidas como o não uso do capacete ou do cinto de segurança, a proibição de usar o celular enquanto dirige e também o respeito e prioridade aos pedestres. Para o Diretor-Presidente da AMMTT, Renan Bihum, a Semana Nacional do Trânsito é mais uma ação educativa que está sendo realizada pela autarquia.

“A AMMTT e a Prefeitura de Araripina entendem que a educação e conscientização são as melhores maneiras de construir um trânsito mais seguro para todos. Estas ações são educativas com intuito de despertar a percepção que todos nós formamos o trânsito e, portanto, devemos respeitar as regras do Código de Trânsito Brasileiro”, explica. (Secom)

Datafolha: Bolsonaro segue liderando com 28%, Haddad e Ciro empatam tecnicamente

Foto: Arte/ DP

No início da madrugada desta quinta-feira (20), o Datafolha divulgou uma nova pesquisa com as intenções de voto para a Presidência da República. Foi o maior levantamento realizado pelo instituto na atual corrida eleitoral, com 8.601 eleitores entrevistados entre os dias 18 e 19 de setembro em 323 cidades brasileiras. O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, oscilou positivamente dois pontos e agora lidera com 28%. Na segunda posição, um empate técnico entre Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) mantém o cenário para o 2º turno aberto.  

O petista subiu mais três pontos e chegou aos 16% enquanto Ciro manteve os 13%. Porém, todas as projeções de 2º turno são favoráveis ao candidato do PDT. Nos cenários mais factíveis, em que ambos enfrentariam Jair Bolsonaro, Ciro venceria o candidato do PSL por seis pontos de diferença (45% x 39%) enquanto Haddad empata numericamente com Bolsonaro (41% x 41%). O Datafolha apresentou uma série de outros cenários para o 2º turno envolvendo combinações entre os cinco candidatos de melhor colocação na pesquisa. Numa simulação entre Ciro e Haddad, o ex-governador do Ceará venceria o ex-prefeito de São Paulo por 42% x 31%. 

Mais distantes da disputa por um lugar no 2º turno, Geraldo Alckmin e Marina Silva mantiveram seus patamares de intenção de voto. O candidato do PSDB seguiu com 9%, enquanto a candidata da Rede oscilou negativamente de 8% para 7%. Em um eventual 2º turno contra Bolsonaro, os dois estariam tecnciamente empatados contra o representante do PSL. 

No bloco das candidaturas menores, Alvaro Dias (Podemos) e João Amoedo (Novo) marcam 3%, e Henrique Meirelles (MDB), registra 2%. Vera Lúcia (PSTU) e Guilherme Boulos aparecem com 1% das intenções. Cabo Daciolo (Patriota), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram. Brancos e nulos somam 12% e aqueles que não sabem ou não responderam caracterizam 5% dos entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de São Paulo e pela TV Globo. (Do Diário de Pernambuco)

Datafolha: Paulo Câmara tem 35% e Armando Monteiro está com 31%

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A disputa pelo governo de Pernambuco se acirrou. De acordo com nova pesquisa divulgada pelo Datafolha na madrugada desta quinta-feira (20), Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB) estão tecnicamente empatados. 

O socialista oscilou de 34% para 35% desde o último levantamento feito pelo Datafolha, no início do mês. O candidato do PTB tinha 25% na época e cresceu seis pontos, aparecendo agora com 31%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Os demais candidatos ao governo do Estado não ultrapassam 3%. Os eleitores indecisos somam 6% e 19% declaram voto branco ou nulo.

Outros candidatos

Julio Lossio (Rede): 3%

Ana Patrícia Alves (PCO): 2%

 Maurício Rands (Pros): 2%

Dani Portela (PSOL): 1%

Simone Fontana (PSTU): 1%

Branco/nulo: 19%

Não sabe: 6%

Pesquisa espontânea

Na modalidade espontânea, em que o pesquisador pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos, Paulo Câmara lidera com 19%. Armando Monteiro aparece em segundo lugar com 13%. Os outros candidatos somam 10%. Os que não sabem são 39% e branco/nulo/nenhum: 19%.

Segundo turno

Em um cenário de segundo turno, Paulo Câmara aparece com 42% e Armando Monteiro com 39%. Os que não sabem somam 4% e os que declaram voto branco ou nulo são 15%.

Rejeição

 A pesquisa também mediu a taxa de rejeição. Os eleitores entrevistados puderam escolher mais de um nome, por este motivo, os resultados somam mais de 100%. Simone Fontana (PSTU) aparece com a maior rejeição: 33%. Dani Portela (PSOL) vem em seguida, com 32%.  Armando Monteiro (PTB) tem 23%, a menor rejeição.

Veja todos os índices de rejeição:

Simone Fontana (PSTU):33%

Dani Portela (PSOL): 32%

Paulo Câmara (PSB): 31%

Julio Lossio (Rede): 31%

Ana Patrícia Alves (PCO): 30%

Maurício Rands (PROS): 29%

Armando Monteiro (PTB): 23%

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 10%

Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 1%

Não sabe: 9%

A pesquisa, contratada pela TV Globo e pela Folha, ouviu 1.232 eleitores em 50 cidades de Pernambuco, entre os dias 18 e 19 de setembro. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE 09351/2018. (Fonte: JC Online)